Se há um símbolo perfeito para a feminilidade aí está ela: Afrodite (com todo
respeito a todas as outras deusas, é claro!).
Falar de Afrodite é falar do
universo feminino. Seu ponto alto não é somente a beleza estética, mas a beleza
que transpira pela pele. Pura sensualidade.
A verdadeira
Afrodite é aquela mulher que sabe o valor de um bom batom vermelho, do flutuar
em um lindo salto agulha, do prazer em perfumar o ambiente com um bom Chanel.
A primeira Afrodite nasceu
na Grécia e foi (e é ainda) símbolo do amor, da beleza e
da sexualidade na mitologia
grega. Em Roma era chamada de Vênus.
Sua
concepção é, no mínimo, intrigante. Seu pai, Cronos, um titã, instigado por sua
mãe Gaia, rebelou-se contra o pai Urano, castrou-o e jogou seus órgãos genitais no mar. Da espuma que surgiu
nessa batalha ergueu-se Afrodite, a deusa do amor, nascida do ódio familiar.
Aliás, momento muito bem retratado Alexandre Cabanel, em 1863.
Muitas
outras Afrodites surgiram fora do Olimpo Grego desde que o mundo é mundo. Identificarei algumas e depois você pode fazer a sua lista. Que tal essas para
começar:
É claro,
faltou aquele toque especial. Aquele toque que vai valorizar essa produção. Está
faltando uma Rincawesky. Aquela peça que combina exatamente com a cor da sua
pele, com o seu cabelo. Aquela semijoia que faz a sua roupa virar um acessório,
que te enche de brilho e levanta a autoestima de qualquer criatura!
Agora é só
colocar aquele lindo sorriso no rosto, aquele que só você tem, e assumir a
Afrodite que existe em você!
by mc.bandeira



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