Há dias abrimos nossa janela e lá está ela: a chuva! E a
previsão do tempo para amanhã diz o que: quarta-feira de chuva! Molhados,
úmidos, quase mofando seguimos nosso caminho sem sequer a presença de um objeto
muito importante e essencial: o guarda-chuva.
É aproveitando a deixa do mau tempo (bom para curtir uma preguicinha) que
vamos falar rapidamente sobre esse objeto simples demais (mas extremamente
útil) que tem pairado sobre nossas cabeças nesses dias.
Objeto moderno? Que nada! Se seu uso amanhã não é tão
incerto, sua origem por certo é. Alguns dizem que ele já foi visto em um vaso
grego pra lá da terceira idade, com mais
de 2.000 anos. Mas, de qualquer forma, nos primórdios dos primórdios ele era
utilizado como guarda-sol, para proteger a cabeça de reis e, provavelmente,
para fins religiosos.
No século XVII foi
um objeto indispensável para as mulheres proteger-se do sol e viraram as
sombrinhas enfeitadas e cheias de frufrus.
E foi um sucesso como guarda-sol até o século XVIII quando começou a ser utilizado na Inglaterra, principalmente pelos homens, como guarda-chuva.
A sua trajetória pelos tempos não marca grandes mudanças no
modelo original.
Mas não se trata apenas de um acessório comum e útil. O
guarda-chuva, masculino ou feminino, tem lá a sua elegância.
Já foi visto nos palcos modernos e nos filmes antigos famosos, já fizeram babás voarem, fizeram muito sucesso nas mãos de príncipes e princesas, usaram etiquetas famosérrimas e foram vistos nas passarelas da moda.
Só por curiosidade: você imagina que as fábricas de guarda-chuva
brasileiras diminuíram o tamanho do produto não por mera questão estética ou de
moda e sim para escapar de uma crise danada que atacou as indústrias
fabricantes desse nobre objeto em 2005?
E até na hora de escolher um guarda-chuva, você pode ser fora do comum! Aproveite a chuva e ouse!
Que tal agora curtir um pouco dos moderníssimos
guarda-chuvas do século XXI?
by mc.bandeira
















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